Nunca achei que mudanças fossem como trocar a peça intima usada no dia-a-dia...
Onde vão simplesmente ocorrendo sem graus de medição, ou sem escolher se será grande ou pequena, ou mesmo escolher se será boa ou ruim... Elas simplesmente ocorrem?
Onde vão simplesmente ocorrendo sem graus de medição, ou sem escolher se será grande ou pequena, ou mesmo escolher se será boa ou ruim... Elas simplesmente ocorrem?
É engraçado pensar que durante a minha vida eu vi passagens, trajetórias de pessoas que necessitam alguma coisa em específico... Mas por mil e um empecilhos desistem, abrem mão ou nem tentam, preferem a mudança a ter que ver aquilo de frente.
Somos mesmo assim?
E o por quê do medo?
E essa vontade de se esconder sem ao menos tentar, é normal?
E essa vontade de se esconder sem ao menos tentar, é normal?
Aleatoriamente à merce de tudo, a esquadra do ser humano aumenta com tantos ciclos de sentimentos, se aglomerando, pedindo espaço e ocupando espaço que já era tomado por outra extensão.
Mesmo na capacidade do óbvio, preferimos o incerto, e por errar... Somos obrigados a recomeçar. Sem caminho, sem leis, sem regras, apenas recomeçando... O tempo todo!
Algo incerto?
Certamente.
Ou talvez só mais um dos mil e um planos, que vivemos bolando como método de saída, e todos realmente são uma catástrofe enorme.
Decidimos pelo alternar, pegamos um pouco dali, outro pouco daqui, sem muita experiência no campo somos forçados a dizer que somos afortunados de tal conhecimento pagão... E ainda assim falhamos, por continuar no caminho das tais mudanças.
Até que ponto podemos mudar sem afetar, sem provocar danos?
Acho impossível existir mudança que não geram efeitos dos prós e dos contras.
São leis concretas.
Acho impossível existir mudança que não geram efeitos dos prós e dos contras.
São leis concretas.
Para entrar no final dessa história, é a mesma coisa que você se perder em eras passadas... Por quê você sempre entrará em um portal de dimensões desconhecidas, imaginavelmente sem saídas.
Enquanto ao que mudamos, ou não mudamos, sabemos que é impossível não existir as benditas mudanças.
Afinal, do que seriam as pequenas reformas sem as minímas mudanças?
Afinal, do que seriam as pequenas reformas sem as minímas mudanças?

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