terça-feira, 26 de junho de 2012

Os simples, ou esses mesmos.


As pequenas histórias que eu não leio, que eu não converso, que eu não compartilho ... são afundadas no oceano de mistério do meu corpo.
Por todas as lágrimas que lutamos a guardar, é assim que eu faço com o resto.
Afinal sentimentos não necessitam serem mendigados, necessitam ser compreendidos .
E ai, a medida do tempo, seu corpo vai sendo a sepultura dos lamentos, mas não por obrigação, e sim por conforto.
A vida é engraçada, faz questão dos improvisos, e esquece que ficamos à merce de qualquer castigo.
Eu vou andando por ai, sinto o vento e sua direção perdida, vejo as sombras em seus passeios da madrugada... E vejo eu, com o coração batendo mais uma vez, a deriva do que irá sentir.



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