Essas pessoas que viveram minha vida, que diziam palavras bonitas... Hoje, fachos de luz acessos em meus caminhos... FACHOS DE LUZ.
Monstros que me rodeavam, esboçavam sorrisos como criaturas mágicas... O que não sabiam, é que eram plásticos queimados.
Deixaram sonhos em minhas portas, e promessas... Bom, promessas ainda ecoam em meus ouvidos.
Aquele porta retrato de porcelana, era mesmo de porcelana, tamanha era a fragilidade desse tecido que chamam de "amizades".
Não devemos doar sorrisos à ladrões de sonhos, pois, hoje, o café amargo que me sirvo nesse quarto escuro já foi compartilhado com muitas línguas imundas...
Do que me adiantou esse frágil amor, se apenas serpentes o receberam?

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