domingo, 2 de dezembro de 2012

— Do meu percurso.




Essas pessoas que viveram minha vida, que diziam palavras bonitas... Hoje, fachos de luz acessos em meus caminhos... FACHOS DE LUZ.
Monstros que me rodeavam, esboçavam sorrisos como criaturas mágicas... O que não sabiam, é que eram plásticos queimados.
Deixaram sonhos em minhas portas, e promessas... Bom, promessas ainda ecoam em meus ouvidos. 
Aquele porta retrato de porcelana, era mesmo de porcelana, tamanha era a fragilidade desse tecido que chamam de "amizades".
Não devemos doar sorrisos à ladrões de sonhos, pois, hoje, o café amargo que me sirvo nesse quarto escuro já foi compartilhado com muitas línguas imundas... 
Do que me adiantou esse frágil amor, se apenas serpentes o receberam? 

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