Me corrompe e me deixa nu de sentimentos bons, ódio mortal, quero saboreá-lo como deveras.
Sugar toda essa sua força vital, porque tu me deixastes sem opções.
Aonde terá ido todo o amor que ofereci pelos dias sadios?
Fizeram carnificina do meu coração.
Choro sangue pela alma condenada, e bebo o que no copo restou, acho que é veneno, já não sei, mente pede cura, coração amparo... Há quem devo atender?
Estou gelado, pois há anos o ódio me roubou o espírito.
Cego permaneci, todas as curas foram jogadas em abismo, clamo socorro... Mas que socorro alma podre?
Todos na rua, na lama... MERCADO DE PUNIÇÃO.
Me deixaram com esse ódio e agora... Morreram os perdidos, nasceram desolados, irão se pendurar em uma forca qualquer, apenas por liquidação de prazer.
"SERES DO MAL", essa foi nossa última definição, mas acredite, essa é, até, digamos assim, bonitinha, costumamos ter classificações doentes e monstruosas... ASSASSINOS DE ALEGRIA.
VENDE-SE ALEGRIA!
Podres! Escorias do futuro...
Ódio, mostre a eles seu poder, dilarece seu coração, mas tragam sua energia, pois a minha não tarda a acabar.
As lágrimas de culpa.
MALDITOS...

Nenhum comentário:
Postar um comentário