Essa esperança fajuta, essa mesma sabe, aquela de duração mínima?
É de doer, e dói muito.
Fico me questionando, à mim dizem que preciso ser guerreira, à outros, me destroem com baldes de desânimo e rejeição.
Não sou pedra lapidada e pronta para olhares fúteis, sou essa esperança que me arrancam sempre.
Tudo bem.
Dizia a música no rádio "QUE NADA IRIA ESTRAGAR MEU DIA"...
E o ser puro em mim, sorriu, mas a frieza manteve a postura, não se deixava abalar facilmente.
Saia para "um dia", "mais um dia", é frustante ver os ladrões de minha frágil esperança em cada esquina, mas pensando bem, se não fosse eles... COMO EU TERIA A TAL DA ESPERANÇA?

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