As pessoas estão se entregando à um misto de carcaças sobreviventes e uma aleatória desesperança.
Foi-se o tempo de cumprimentos gracioso, olhares brilhantes e semblantes vivos.
O presente é um massacre. As vidas, as almas, respiram com dificuldade.
São dias fardados à serem os mesmos.
Queria eu, que essas casas de pedra, recebessem a graça do canto das andorinhas.. Sorririam eles, talvez?
Aprender que essa nossa passagem é assim mesmo, inconstante, mas que sempre da pra contar com um sonho.
A essência da tristeza...
Vistão esperança, é o que grita as ruas... É o que grita os corações.

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