segunda-feira, 23 de abril de 2012

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A todas as vozes que desaprenderam preces, ou mesmo que jamais aprenderam... A todas as solidões individuais ou partilhadas, gritadas, colhidas ou caladas, nos corações e nas almas. A todas as buscas que levaram a encontros, perdas ou abandonos. A todos os silêncios de gestos e palavras que encobriram impossibilidade, refúgio, medos ou ausências.  [...] 




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E foram as suas estações  que largaram em mim um perfume um bálsamo  uma ventania louca uma tempestade fr...